quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Capoeira será representada por "Professor Barrãozinho" no Bellator 79


Para quem não conhece, o Bellator é um torneiro de Artes Marciais Mistas (MMA) que é transmitido no Brasil, pelos canais Esporte Interativo e Space.
No Bellator 79 que acontecerá na próxima Sexta-feira (02/11) no Casino Rama em Rama, Ontario, Canada, teremos a participação do "Professor Barrãozinho", também conhecido como "Lelo" ou "Lelinho" que bomba na internet com videos de suas lutas, mostrando a eficiência da capoeira como luta. Veja um exemplo:



Marcus Aurélio (Lelo), Professor Barrãozinho nasceu na cidade de Recife, Pernambuco, no nordeste do Brasil. Começou a treinar Capoeira em três anos de idade com seu pai Mestre Barrão, a quem acompanhou a suas aulas, eventos e rodas de capoeira de rua.  Com nove anos de idade, mudou-se para o Canadá com seus pais, onde ele continuou a treinar e também começou a atuar em muitos espetáculos, manifestações escolares e festivais em British Columbia do Canadá e em uma grande parte do exterior. Hoje ele é o proprietário e gerente de uma das Academias Axé Capoeira em Vancouver, Canadá e lutador de MMA. Seu estilo e criatividade no jogo é motivação para muitos e fez dele um dos mais influentes jovens jogadores capoeira.



Confira uma entrevista dele ao Arena MMA:

"Principal representante da capoeira no MMA, o recifense atua como meio-médio e é considerado o lutador mais empolgante do Battlefield Fight League -- não à toa, quatro de suas seis vitórias aconteceram antes do primeiro minuto do 1º round. Entrevistei o cara sobre sua carreira. Confira:

Arena MMA: Você mora e trabalha no Canadá, não é? Como você foi parar aí?

Marcus Aurélio: Sim, eu moro e trabalho em Vancouver. Eu vim aqui através da capoeira, com meu pai, Mestre Barrão, e o Grupo Axé Capoeira. Nós fomos convidados a fazer shows em festivais internacionais aqui. Depois, meu pai abriu a primeira academia de capoeira no Canadá, e agora eu tomo conta do trabalho que meu pai iniciou. 

Arena MMA: Quando você notou que poderia usar seus conhecimentos de capoeira no MMA?

Marcus Aurélio: Eu cresci dentro da capoeira. Sempre soube que a capoeira poderia ser eficientemente usada como arte marcial. Quando chegamos no Canadá, todos acharam que a capoeira era só uma dança, entao eu, junto com meus irmãos e alunos, começamos a participar de varias competições de luta. Antes, era na base só da capoeira, tive que usar tudo que aprendi no jogo e nas brigas de capoeira pra poder lutar dentro do ringue. 

Arena MMA: Você tem sete lutas: as duas primeiras em 2005 e a terceira só em 2009. O que aconteceu nesse período pra que você ficasse tanto tempo sem lutar?

Marcus Aurélio: Em 2005, eu virei lutador profissional, mas, no meio de 2006, eu me machuquei na virilha e tive que fazer uma operação. Depois, em 2007, eu comecei a trabalhar e viajar muito fazendo capoeira. Não tava em condições pra treinar direito pra nenhuma luta, e também estava recuperando da minha operação. Então, só em 2009 que tive condições de começar a competir de novo.

Arena MMA: Você ficou conhecido na internet por aquele nocaute com chute rodado da capoeira, mas você já venceu com outro nocaute incrível, já derrotou adversário com mata-leão e, agora, com um slam, golpes conhecidos de outras modalidades. Como anda seu treinamento em outras lutas?

Marcus Aurélio: A do chute rodado, que nós chamamos na capoeira de meia lua de compasso, com certeza é a minha luta mais conhecida, onde eu mostro minha base de capoeira quando luto. O slam tambem acontece muito na capoeira, como uma forma de pegar o chute martelo. Mas eu treino seis vezes por semana, duas vezes por dia: de manhã meu treino de todas as modalidades juntas, de noite o meu treino de capoeira. Estou levando minha carreira de luta mais a sério, então estou aprendendo muito sobre outras lutas e como me defender delas. Gosto muito de lutar porque aprendo muito, e também porque agora eu represento toda a capoeira no MMA."


Em seu Facebook, Professor Barrãozinho, garantiu que mais uma vez estará representando nossa arte na arena. Seu oponente será Christ Franck e você poderá assistir a luta online através desse site: http://www.spike.com/ . Eu ainda não sei o horário, mas assim que souber, posto pra vocês.


Boa Sorte Professor Barrãozinho!


Pesquisa: Blog Capoeira Santa Rita, Portal Metro 1 e Facebook do Professor Barrãozinho.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Projeto de Torre Ecológica em forma de Berimbau/ Luis de Garrido




* "A Torre Berimbau foi concebida como uma estrutura sustentável, que abrigaria os sistemas de telecomunicações e outras atividades durante os dois principais eventos previstos para o Rio de Janeiro: a Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016. Depois de uma investigação minuciosa a equipe decidiu sobre o desenho final do arranha-céus, que foi em grande parte inspirada na cultura brasileira: Na Capoeira e especialmente no seu principal instrumento musical, o berimbau. O edifício esférico, suspenso no ar, é constituído por 5 níveis. O nível mais baixo é um espaço de atividades recreativas. No nível acima, são escritórios, enquanto o nível médio abriga um mirante e lojas de souvenirs. Os escritórios estão no penúltimo nível. A sala de conferências está localizado no nível superior.
Todos os componentes do edifício são recuperáveis, de modo que o arranha-céus pode ser removido na sua totalidade, e os seus componentes reparados, reciclados e reutilizados. Devido às suas características bioclimáticas, o edifício tem um consumo de energia muito baixo. O arranha-céus terá uma estufa aquecida, e uma bomba de calor geotérmica eficiente. Por outro lado, é aquecida por meio de um filtro solar eficiente, de um sistema de geração de energia geotérmica e arquitetura de ar fresco (subterrâneo), e uma bomba de calor geotérmica. O revestimento de vidro duplo possui uma câmara de ar intermediário (largura variável). O revestimento exterior é constituído por uma curva de vidro laminado, o que permite que a forma esférica do edifício. Este revestimento de vidro curvo exterior tem uma tela especial para que a luz solar passe perpendicular ao vidro no inverno, e não deixar que o sol ultrapasse no verão. O revestimento interior é por sua vez um vidro duplo, que tem um sistema exterior de lonas e um trilho triplo dentro de cortinas. O conjunto proporciona um isolamento muito elevado e impede a perda de energia no inverno.
O revestimento duplo de impressão da tela de vidro é equipado com milhares de pequenos LEDs coloridos, controlado individualmente, permitindo que o usuário para compor cenas e imagens. Além disso, estas imagens do revestimento de vidro duplo são projetadas através de um conjunto de projetores de vídeo sincronizadas. Assim, as imagens são capazes de manipular as formas e espaços, dando ao todo uma aparência leve, etéreo e intangível. Espaços físicos são misturados com espaços virtuais, e não se pode dizer que os elementos finais de arquitetura e informação visual começar. É, por conseguinte, um verdadeiro edifício multimídia que muda de forma e cor de acordo com as circunstâncias." *



* "Luis de Garrido apresentou um design fascinante de consumo de energia de infra-estrutura de telecomunicações multimídia que pode ser usado tanto na Copa do Mundo 2014 e nos Jogos Olímpicos 2016 no Rio. A princípio, uma torre de telecomunicações, o Berimbau também tem um anexo de cinco andares de forma esférica com um revestimento extraordinário de LED que pode projetar imagens. Cada nível neste edifício tem uma função diferente, incluindo lazer, varejo e escritório, e as condições bioclimáticas são controlados com uma combinação de design passivo e tecnologia de ponta.

 Um elemento bonito da torre é que ela é composta de materiais recicláveis​​, de modo que, teoricamente, pode ser desmontada após os acontecimentos do Rio e utilizada no mundo. É também um projeto de uso misto, uma vez que não apenas infra-estrutura de telecomunicações, mas também outros programas, e tem a capacidade de projetar imagens dos jogos..." *






* As fontes da matéria estão no topo da postagem e a tradução foi feita por mim mesmo.




quinta-feira, 18 de outubro de 2012

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Maculelê - Origem e História da Dança

Fonte: Capoeira Exports



O Maculelê é uma manifestação cultural oriunda cidade de Santo Amaro da Purificação – Bahia, berço também da Capoeira. É uma expressão teatral que conta através da dança e de cânticos, a lenda de um jovem guerreiro, que sozinho conseguiu defender sua tribo de outra tribo rival usando apenas dois pedaços de pau, tornando-se o herói da tribo.

Sua origem é desconhecida. Uns dizem que é africana, outros afirmam que ela tenha vindo dos índios brasileiros e há até quem diga que é uma mistura dos dois. O próprio Mestre Popó do Maculelê, considerado o pai do maculelê, deixa clara a sua opinião de que o maculelê é uma invenção dos escravos no Brasil, assim como a capoeira.

A lenda da qual teria surgido o maculelê possui também várias versões.
Em uma delas conta-se que Maculelê era um negro fugido que tinha doença de pele. Ele foi acolhido por uma tribo indígena e cuidado por eles, mas ainda assim não podia realizar todas as atividades com o grupo, por não ser um índio. Certa vez Maculelê foi deixado sozinho na aldeia, quando toda a tribo saiu para caçar. Eis que uma tribo rival aparece para dominar o local. Maculelê, usando dois bastões, lutou sozinho contra o grupo rival e, heroicamente, venceu a disputa. Desde então passou a ser considerado um herói na tribo.


Outra lenda fala do guerreiro indígena Maculelê, um índio preguiçoso e que não fazia nada certo; por esta razão, os demais homens da tribo saíam em busca de alimento e deixavam-no na tribo com as mulheres, os idosos e as crianças. Uma tribo rival ataca, aproveitando-se da ausência dos caçadores. Para defender a sua tribo, Maculelê, armado apenas com dois bastões já que os demais índios da sua tribo haviam levado todas as armas para caçar, enfrenta e mata os invasores da tribo inimiga, morrendo pelas feridas do combate. Maculelê passa a ser o herói da tribo e sua técnica reverenciada.

Conta outra lenda que a encenação do Maculelê baseia-se em um episódio épico ocorrido numa aldeia primitiva do reino de Ioruba, em que, certa vez, saíram os guerreiros juntos para caçar, permanecendo na aldeia apenas 22 homens, na maioria idosa, junto das mulheres e crianças. Disso aproveitou-se uma tribo inimiga para atacar, com maior número de guerreiros. Os 22 homens remanescentes teriam então se armado de curtos bastões de pau e enfrentado os invasores, demonstrando tanta coragem que conseguiram colocá-los em debandada. Quando retornaram os outros guerreiros, tomaram conhecimento do ocorrido e promoveram grande festa, na qual os 22 homens demonstraram a forma pela qual combateram os invasores. O episódio passou então a ser comemorado freqüentemente pelos membros da tribo, enriquecido com música característica e movimentos corporais peculiares. A dança seria assim uma homenagem à coragem daqueles bravos guerreiros.

Podemos ver que a primeira lenda indica a mistura da cultura africana com a indígena quando se diz que um “negro fugido” é acolhido por uma “tribo indígena”. Na outra já não há a menção de negro fugido ou escravo, o protagonista era o “índio preguiçoso”. Indicação da origem indígena. E por fim, na terceira versão diz que o episódio aconteceu em uma “aldeia primitiva no reino de Ioruba”. Indicação de origem africana.

Há muitas outras versões de lendas sobre o Maculelê, mas todas sustentam a versão de um guerreiro sozinho, enfrentando a invasão inimiga com apenas dois bastões.

Por muito tempo o maculelê foi apresentado nas ruas e praças da cidade, nos dias de festa da padroeira conforme Mestre Popó, explica com suas próprias palavras em uma entrevista cedida à Maria Mutti em 16/12/1968 em Santo Amaro – Bahia:

“Segundo Mestre Popó, Maculelê é luta e dança ao mesmo tempo, se um feitor aparecia na senzala à noite, pensava que era a maneira de adoração aos deuses das terras deles (dos negros escravos), as músicas não davam ao feitor entender o que eles cantavam.
A festa era realizada de 8 de dezembro (consagração de Nossa Senhora da Conceição) e 2 de fevereiro (dia de Yemanjá) em Santo Amaro da Purificação. Acontecia nas praças e nas ruas da cidade e era considerada uma festa "profana'' realizada pelos negros escravos.
“em marcha guizada, a ``Marcha de Angola’’, que tem algo de Capoeira e de Samba, tudo isso em Movimentos sempre ao compasso das batidas das grimas (bastões).”

Mestre Popó do Maculelê
No início do século XX, com a morte dos mestres do Maculelê, a manifestação deixou de acontecer por muitos anos, até que em 1943, Paulino Aluisio de Andrade, o Mestre Popó do Maculelê, resolve reunir parentes e amigos para ensinar a dança baseado em suas antigas lembranças. Consegue então resgatar o Maculelê e forma o Conjunto de Maculelê de Santo Amaro o qual ganhou grande fama. Mestre Popó começou a aprender o Maculêle com um grupo de pretos velhos, ex-escravos Malês, livres. Segundo ele já não tinha mais escravidão nessa época e eles se reuniam à noite: João Oléa, Tia Jô e Zé do Brinquinho: "eles eram livres, mas quem botou o Maculelê fui eu mesmo" (Popó).
Segundo Plínio de Almeida (Pequena História do Maculêle) o Maculêle existe desde 1757 em Santo Amaro da Purificação e as cores branca e vermelha nos rostos, que assustavam as pessoas, poderia ser símbolos de algumas tribos Africanas, como por exemplo, os Iorubas. Mas na verdade fica muito difícil identificar exatamente à qual grupo étnico está associado à origem do Maculêle. Podemos citar, por exemplo: os Cabindas, os Gêges, os Angolas os Moçambiques, os Congos, os Minas, os Cababas.

Instrumentos
O instrumento fundamental no maculelê é o atabaque. Na época de Mestre Popó eram usados três atabaques seguindo a formação do candomblé. Outros instrumentos como o agogô e o ganzá também eram tocados durante a apresentação. Hoje vemos apresentações de maculelê, na maioria das vezes somente com o atabaque.

Indumentária e Pintura
Na época de Mestre Popó a indumentária era simples, de acordo com as condições cotidianas dos dançarinos. Geralmente usavam camisas e calças comuns aos africanos, de algodão cru e pés descalços.
Estes pintavam os rostos e as partes desnudas com tintas feitas com restos de fuligem de carvão ou de fundo de panelas. Exageravam na tintura vermelha que usavam na boca que era feita com sementes de urucum. Algumas pessoas do grupo empoavam suas cabeleiras com farinha de trigo, usavam touca nas cabeças ou lenço no pescoço. 

Cânticos
Muitos dos cânticos do maculelê, provém dos candomblés de caboclo, alguns das canções de escravos e outros até fazem menções à cultura indígena. Os cânticos acompanham o desenrolar da apresentação do maculelê. Cada parte da encenação do maculelê tem a sua cantiga certa que acompanha. São muitos os cânticos do maculelê e cada grupo tem os seus prediletos. Eis alguns deles cantados antigamente na época de Mestre Popó:

Cântico para saudação:
Ô boa noite pra quem é de boa noite/Ô bom dia pra quem é de bom dia/A benção meu papai a benção/Maculêle é o rei da valentia.

Homenagem à Princesa Isabel: (alguns homenageiam Zumbi dos Palmares):
Vamos todos louva/A nossa nação brasileira/Viva a dona Isabel (ou Zumbi dos Palmares) /Ai meu Deus/Que nos livrou do cativeiro

Peditório: (ocorre nas saídas às ruas):
Deus que lhe dê, ê/Deus que lhe dá, á/Lhe dê dinheiro/Como areia no mar.

Louvação aos pretos de Cabindas ou Louvor a Nossa senhora da Conceição:
Nós somos pretos da Cabinda de Aruanda/A Conceição viemos louvar/Aranda ê, ê, ê/Aranda ê, ê, á.

Fulô da Jurema, de influência indígena:
Você bebeu Jurema/Você se embriagou/Com a fulô do mesmo pau/Vosmicê se levanto.

Saudação de chegança:
Ô sinhô dono da casa/Nós viemos aqui lhe vê/Viemos lhe pergunta/Como passa vosmicê
Saudação de despedida:
Quando eu for embora ê/Todo mundo chora ê. 

Em cena
Durante a apresentação do maculelê, os componentes, que representam a tribo rival, formam um círculo em volta de uma pessoa, que representa o herói. Todos sustentando um par de bastões nas mãos. O desenrolar da história é contado através dos cânticos que são respondidos em côro. Além do côro os componentes batem os bastões (grimas) no ritmo do atabaque que é tocado pelo mestre do maculelê.

O Maculelê hoje
Hoje o maculelê se mantém preservado graças à sua incorporação por grupos de capoeira, que incluíram a dança nas suas apresentações em batizados e festas populares. Os componentes se apresentam vestidos de saia de sisal, sem camisa e com pinturas pelo corpo. Há também alguns grupos que preferem se apresentar com seus abadás usuais, o que deixa evidente a sua descaracterização, o que deve ser evitado para que não percamos mais uma manifestação cultural através do esquecimento de suas raízes.

O maculelê faz parte do folclore brasileiro e deve ser preservado como patrimônio cultural, assim como a capoeira. Deve ser mantido e respeitado como tradição. Seja ela trazida por nossos irmãos africanos ou criada pelos nativos indígenas, a beleza do maculelê traz em si os traços da miscigenação cultural de um país onde a cultura é a mais rica do mundo, apesar de não receber o reconhecimento que merece.


Bibliografia: 
-Mutti, Maria: Maculêle, Santo Amaro da Purificação, 1968.
-Carybé: As Setes Portas da Bahia, Coleção Recôncavo, Ed. Livraria, 1951 2a.Edição.
-Almeida, Plínio de: Pequena História do Maculêle.

Sites para referência:



segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Fórum Setorial do Patrimônio Imaterial na cidade de São Gonçalo-RJ



No próximo dia 20 de outubro de 2012  acontecerá o Fórum Setorial do Patrimônio Imaterial. Com apoio da Universidade Estácio de Sá - Campus São Gonçalo, dentro da programação do Fórum que foi proposta, estão discussões sobre a Capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro e a votação pela UNESCO, em 2013, da Capoeira como Patrimônio Cultural da Humanidade; o Jongo do Sudeste; o Plano de Salvaguarda do Samba do Rio de Janeiro, a Carta Compromisso com a Cultura e Religiões de Matrizes Africanas.

Promovido pelo Departamento Pedagógico, Programas e Projetos da Liga, tem como objetivo divulgar as propostas já que foi pleiteada uma vaga no Conselho Nacional de Política Cultural - CNPC.  Este será um importante momento não somente para a Cultura Nacional como, em especial, para a Liga Gonçalense de Capoeira que acata a decisão da Comissão Organizadora Nacional do Conselho Nacional de Política Cultural - CNPC.
A presidência da Liga Gonçalense de Capoeira teve seu nome aprovado pelo Ministério da Cultura para concorrer a uma das vagas no Setorial de Patrimônio Imaterial do Conselho Nacional de Política Cultural. 

A Liga conta não só com a presença dos capoeiristas gonçalenses, mas de todos em um modo geral.


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Eventos Final de Semana

Mesmo com as eleições municipais no domingo, haverão alguns eventos no Final de Semana, principalmente sexta e sábado. Confira se tem algum pertinho de você:









quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Lançamento do Livro Arte, Magia e Malandragem

Capa do Livro
No dia 29 de outubro, acontecerá na Loja Lapa Rio Capoeira, o lançamento do Livro Arte, Magia e Malandragem - o imaginário cantado nas rodas de capoeira - a partir das 13:00. O preço promocional no dia do lançamento será R$30 reais, com direito a autógrafo do autor do livro. 

Contra Capa

Sobre o Autor

Jorge Felipe Fonseca Moreira é Mestre de capoeira com mais de trinta anos de prática na
modalidade, conhecido nas rodas como Mestre Columá. É Doutor em Educação Física e Cultura pela Universidade Gama Filho, Mestre em Educação Física e Especialista em
Treinamento Desportivo pela mesma instituição. Foi criador e coordenador do Curso Superior em Capoeira pela UGF, professor da disciplina capoeira na UNIPLI. Atualmente é Docente das disciplinas capoeira e lutas na UNISUAM, Professor de Capoeira da rede FAETEC, coordenador pedagógico do Centro Interamericano de Artes Marciais.
É também Professor da Secretaria Municipal de Educação desenvolvendo um projeto de
capoeira com jovens e crianças no subúrbio carioca. Pesquisador Integrante dos grupos: Corpo, Cultura e Imaginário Social e Imaginário Social do Esporte, Saúde e Lazer - CNPQ. Amante da vida, casado com uma linda morena e pai de duas filhas maravilhosas.


A Loja Lapa Rio Capoeira fica na Rua da Relação 49 sl 04 Lapa - Rio de Janeiro - 

Para mais informações, entre em contato:
(21) 39041699 / (21) 25094855     
skype, facebook,orkut    Lapa Rio Capoeira 
Celular Bruno 78227529 ou id 23*34839 oi 88801646 ou 88801647 (Edson)



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